A raça da "vaca mãe"

A Aberdeen-Angus é muitas vezes referida como a “raça da vaca mãe” pelas excelentes qualidades como aleitante.

Desde logo a sua facilidade de parto permite eliminar os custos com a perda de vitelos, mão-de-obra; custos e cuidados veterinários; e principalmente estar descansado quando se aproxima a época de parição.

As fêmeas possuem um tamanho médio e baixas necessidades de manutenção o que é ideal em sistemas de produção à base de erva.

Atingem a maturidade sexual por volta dos 15 meses; o tempo de gestação é normalmente mais curto, em média menos 1 semana em comparação com outras raças, assim como o anestro pós-parto (o tempo que media a parição e o novo cio).

A produção de leite é boa pois os vitelos crescem rápido e atingem um bom peso ao desmame e a taxa de sobrevivência é elevada, cumprindo-se o objectivo de produzir 1 vitelo/ano.

É uma vaca que se ajusta à criação em linha pura mas também muito interessante em explorações de carne, como vaca aleitante, cruzada com raças Continentais.

Assim, a soma de todas estas características, incluindo o facto de ser uma animal com grande longevidade, faz da vaca Aberdeen-Angus um animal com elevada rentabilidade.

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